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Relações com Investidores

Fatores de Risco

Antes de tomar uma decisão de investimento, os potenciais investidores devem considerar cuidadosamente todas as informações disponíveis neste website, em especial os riscos mencionados abaixo. Os negócios, situação financeira e resultados de operações da Light podem ser adversa e materialmente afetados por quaisquer desses riscos e, por conseguinte, impactar negativamente os títulos emitidos pela Companhia. Os riscos descritos abaixo são aqueles conhecidos pela Light e que acredita-se podem afetar de maneira relevante a Companhia. Riscos adicionais não conhecidos pela Light ou irrelevantes também podem afetar os seus negócios.

Riscos Relacionados ao Brasil e Fatores Macroeconômicos

  • O Governo Federal exerceu e continua a exercer influência significativa sobre a economia brasileira. Condições políticas e econômicas adversas podem acarretar um efeito adverso para a Companhia.
  • A instabilidade política pode prejudicar os resultados operacionais e o preço dos valores mobiliários de emissão da Companhia.
  • A instabilidade da taxa de câmbio pode prejudicar a situação financeira, os resultados operacionais e os valores mobiliários de emissão da Companhia.
  • A Companhia pode ser adversamente afetada pela política monetária do Governo Federal e/ou pelo aumento nas taxas de juros.
  • A inflação e as medidas do Governo Federal para combatê-la podem afetar adversamente a economia brasileira e o mercado brasileiro de valores mobiliários, bem como a condução dos negócios da Companhia.
  • Eventos políticos, econômicos e sociais e a percepção de riscos em outros países, sobretudo de economias emergentes, podem afetar adversamente a economia brasileira e a Companhia.
  • Alterações nas leis tributárias brasileiras podem ter impacto adverso nos resultados operacionais da Companhia.

Riscos Relacionados ao Setor

  • A Companhia atua no setor elétrico brasileiro, o qual foi reestruturado pelo Governo Federal. Os efeitos do Novo Modelo do Setor Elétrico para as empresas sujeitas às suas regras, como a Companhia, ainda são incertos.
  • A Companhia está sujeita a uma abrangente legislação e regulamentação impostas pelo Governo Federal, e não tem como prever o efeito de eventuais alterações na regulamentação ora em vigor sobre seus negócios e resultados operacionais.
  • A condição financeira e os resultados operacionais da Companhia podem ser negativamente afetados caso a ANEEL não aprove os reajustes de suas tarifas de distribuição em termos satisfatórios para Companhia.
  • Mesmo com a concessão de reajustes das tarifas da Companhia pela ANEEL, em termos satisfatórios para a Companhia, tais reajustes estão sujeitos a contestações judiciais.
  • A Companhia pode ser penalizada pela ANEEL pelo não atendimento das obrigações contidas no Contrato de Concessão e na legislação do setor elétrico, o que pode acarretar multas e outras penalidades e, em último caso, a caducidade da concessão, mediante processo administrativo.
  • A concessão, por meio da qual a Companhia está autorizada a realizar atividades de distribuição de energia elétrica, está sujeita à extinção sob certas circunstâncias, e a Companhia pode não ser capaz de recuperar o valor integral investido caso tal concessão seja extinta.
  • Estimativas incorretas da demanda de energia para as áreas de concessão da Companhia poderão afetar adversamente os seus resultados operacionais. A Companhia pode não conseguir repassar integralmente, por intermédio de suas tarifas, os custos de compras de energia devido à necessidade de aquisição de energia elétrica por meio de contratos de curto prazo.
  • Um novo racionamento de energia, em função da falta de investimentos em expansão da capacidade de geração de energia e/ou condições hidrológicas adversas podem afetar negativamente o faturamento e a geração de caixa da Companhia.
  • A Companhia pode não recuperar integralmente os prejuízos resultantes da escassez de energia elétrica e do correspondente racionamento de energia elétrica ocorrido em 2001 e 2002.
  • A Companhia tem responsabilidade objetiva por quaisquer prejuízos resultantes da inadequada prestação de serviços de distribuição de energia elétrica. As apólices de seguros da Companhia poderão não cobrir inteiramente eventuais prejuízos resultantes da inadequada prestação de serviços de distribuição de energia elétrica.
  • A Companhia está sujeita a diversas leis e regulamentos ambientais que podem se tornar mais rígidos no futuro e resultar em maiores obrigações e maiores investimentos de capital.
  • Tendo em vista que parte substancial dos ativos da Companhia é dedicada ao fornecimento de um serviço público essencial, esses ativos não estarão disponíveis para liquidação em caso de falência, e não estarão sujeitos a penhora para garantia de juízo.
  • A Companhia adquire parte significativa de sua energia de usina termoelétrica que utiliza gás para produção da energia a ser comercializada. A perspectiva de escassez de suprimento de gás natural no mercado brasileiro em decorrência de crise política entre os governos do Brasil e da Bolívia poderá afetar as usinas termoelétricas e, indiretamente e por conseqüência, a Companhia.
  • O projeto de Reforma das Agências Reguladoras em tramitação no Congresso Nacional pode afetar a competência da ANEEL.

Riscos Relacionados à Companhia

  • A Companhia poderá sofrer redução nas suas receitas, caso seus consumidores tornem-se Consumidores Livres não atendidos pela Companhia, autoprodutores ou deixem de adquirir energia elétrica da Companhia por qualquer outro motivo.
  • A Lei do Novo Modelo do Setor Elétrico obriga a Companhia a mudar a forma como compra a sua energia.
  • Os resultados da Companhia podem ser afetados em decorrência do aumento nos atrasos e inadimplência de seus consumidores.
  • Caso a Companhia não consiga controlar com sucesso as perdas de energia, seu resultado operacional e sua condição financeira podem ser adversamente afetados.
  • Alterações na política de desenvolvimento do Governo Federal e/ou dificuldades da Companhia na obtenção de recursos podem limitar ou impedir o refinanciamento de sua dívida, sua capacidade de investimentos e a implementação de sua estratégia de desenvolvimento.
  • A Companhia está sujeita a riscos relacionados a disputas judiciais e administrativas, as quais podem afetar de forma adversa os seus resultados.
  • A Companhia está sujeita a diversas leis e regulamentos de saúde e segurança, que poderão se tornar mais severos no futuro e que poderão resultar em aumento do passivo e desembolsos de capital.
  • O não atendimento do padrão de serviços estabelecido pela ANEEL poderá sujeitar a Companhia a penalidades.
  • A terceirização de parte substancial das atividades da Companhia pode trazer conseqüências adversas para a Companhia.
  • A Companhia é obrigada a realizar desembolsos de capital significativos para o atendimento ao programa Luz para Todos, criado pelo Governo Federal. O descumprimento das metas impostas por tal programa ou a ausência de financiamento em montante e condições favoráveis podem afetá-la adversamente.
  • Os contratos de empréstimos celebrados pela Companhia incluem cláusulas restritivas (covenants) e qualquer inadimplência resultante do não-cumprimento dessas cláusulas poderá afetar adversamente sua situação financeira e sua capacidade de conduzir os negócios.
  • Eventuais questionamentos das operações de empréstimo externo da Companhia e suas subsidiárias LOI e LIR (neste último caso também envolvendo o Deutsche Bank) que venham a prosperar, bem como eventual pagamento antecipado dessa dívida com a LIR que seja solicitado pelo Deutsche Bank, poderão afetar adversamente a situação financeira da Companhia.
  • Os recursos alocados pela Companhia para atender às suas obrigações previdenciárias podem ser inferiores ao valor estimado de tais obrigações e, dessa forma, a Companhia talvez precise fazer contribuições adicionais aos planos de previdência complementar de seus empregados.
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