Light

Relações com Investidores

Histórico

1899

A Light é uma empresa com mais de cem anos de existência. Suas atividades iniciaram-se em 17 de Julho de 1899, com a Usina Hidrelétrica Parnaíba, no Rio Tietê, construída entre 1899 e 1901.

1904

Para atuar na então Capital Federal do Brasil, foi fundada, em Toronto, no dia 9 de Junho de 1904, a The Rio de Janeiro Tramway, Light and Power Co. Ltd., que recebeu autorização para funcionar no Rio de Janeiro em 30 de Maio de 1905. Nesse mesmo ano, adquiriu o controle acionário da concessionária de iluminação a gás, a empresa belga Société Anonyme du Gaz de Rio de Janeiro, serviço que foi controlado pela Light até 1969, quando foi transferido para o governo estadual e também deu início a construção da mais moderna usina hidrelétrica do país, a Usina de Fontes, situada no município de Piraí, no Estado do Rio de Janeiro.

1907

Em 30 de julho de 1907, a Companhia inaugurou o serviço de fornecimento de energia elétrica estável e segura ao Rio de Janeiro pela Light. No mesmo ano, a Light adquiriu e unificou diversas companhias de carris urbanos que funcionavam na cidade, controlando o serviço até 1963, alargando a zona urbana do Rio de Janeiro, contribuindo para o surgimento de vários bairros como Leme, Copacabana, Ipanema e Leblon.

1918

Além dos bondes, em 1918 investiu no ônibus elétrico que percorria a Avenida Rio Branco e circulou até 1927. Um ano antes, criou a Viação Excelcior, os modernos ônibus com cigarra e cobrador e no final da década de 20 os ônibus de 2 andares. Nesse período a Companhia passou também a atuar em serviços de telefonia até que em 1966 passaram a ser providos pelo governo federal.

1996

Após o período sob administração do governo federal, a Light foi privatizada, por meio de leilão na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro realizado em 21 de Maio de 1996, teve seu controle acionário transferindo ao consórcio formado por três multinacionais - Electricité de France (EDF), AES Corporation, Reliant Energy - e pela Companhia Siderúrgica Nacional. Em Fevereiro de 2002, foi concluído o processo de reestruturação societária, consolidando a EDF como controladora da Light.

2005

Em 2005 foi finalizado o processo de desverticalização da Light, originando a holding Light S.A., controladora das três operacionais: Light Energia S.A., responsável pela geração / transmissão; Light Serviços de Eletricidade S.A., responsável pela distribuição, e Light Esco Ltda, comercializadora, formando assim o Grupo Light.

2006

Em 28 de Março de 2006, foi celebrado o Contrato de Compra e Venda de Ações entre a EDF International S.A (EDFI) e a Rio Minas Energia Participações S.A. (RME), composta pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Andrade Gutierrez Concessões S.A. (AG Concessões), Pactual Energia Participações S.A. (Pactual Energia) e Luce Brasil Fundo de Investimentos em Participações (Luce). Assim, em 10 de agosto de 2006, foi realizada a transferência de ações de emissão da Light e de quotas representativas do capital social da Lidil Comercial, de titularidade da EDF, para a RME, que se tornou a nova controladora do Grupo Light.

2010

Entre março e novembro de 2010, a Cemig adquiriu a participação da AG Concessões na Light, passando a deter uma participação direta de 26,06% da companhia.

2011

Entre maio e outubro de 2011, a Parati S.A. - Participações em Ativos de Energia Elétrica ("Parati") adquiriu participações indiretas, que totalizam 25,64% do capital total da Companhia. A Parati é composta pela Cemig, com 25% do capital total e pelo Fundo de Investimento em Participações Redentor ("FIP Redentor"), com 75% do capital total. Por sua vez, o FIP Redentor é formado pelos bancos BTG Pactual, Santander, Votorantim e Banco do Brasil.

Em 17 de agosto de 2011, a Light, por meio de sua subsidiária Light Energia, realizou o investimento na empresa focada no desenvolvimento de projetos de geração de energia renováveis Renova Energia S.A. ("Renova"), através da integralização de 50.561.797 de ações ordinárias emitidas pela Renova. Desta maneira, a Light Energia passou a deter 34,4% das ações ordinárias da Renova e 25,8% do seu capital total. Posteriormente, em 2014, após a entrada da Cemig GT no bloco de controle da Renova, através do aumento de capital, a Light Energia passou a possuir 15,9% do capital social total da Renova e 21,2% de suas ações ordinárias.

Em 25 de outubro, a Light anunciou a sua entrada, em conjunto com a Cemig, na participação da Usina Hidrelétrica de Belo Monte ("UHE Belo Monte"). A concessão para a operação da UHE Belo Monte pertence à Norte Energia S.A. ("NESA"). O acordo consistiu na aquisição de 9,77% do capital social da NESA. Esta aquisição foi realizada através da SPE Amazônia Energia, empresa na qual a Cemig Geração e Transmissão S.A. ("Cemig GT") detém 74,5% (49% das ações ON e 100% das ações PN) do capital total enquanto que a Light, os demais 25,5% (51% das ações ON).

2012

Em 10 de fevereiro de 2012, a Companhia por meio de sua subsidiária Light Energia, adquiriu a participação acionária, detida pela Investminas Participações S.A. ("Investminas"), na Guanhães Energia S.A. ("Guanhães Energia"), correspondente a 51% de suas ações ordinárias, sendo que a Cemig GT é a detentora dos demais 49% das ações ordinárias.

2013

No dia 11 de janeiro de 2013, foi anunciado, pela Light S.A. e a Light Energia S.A. ("Light Energia" e, em conjunto com Light, as "Companhias"), para o mercado em geral que foi concedido à Light Energia nesta data, pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM, o registro de companhia aberta, na categoria "B".

Em 2013 foi consolidado o projeto Light Legal, o qual representa uma grande ação por parte da companhia no combate às perdas comerciais. Associado à medição eletrônica, o projeto é aplicado em pequenas áreas chamadas de "Área de Perda Zero" ou "APZs", com aproximadamente 15 mil clientes, elevados índices de perdas comercias e inadimplência. No ano, o projeto Light Legal abrangeu um total de 26 áreas e 416 mil clientes, com resultados significativos.

Na geração, a Light repactuou com a RR Participações e a CEMIG Geração e Transmissão a participação da Light Energia no capital social da Renova Energia. Esta operação permitiu a entrada da CEMIG GT no bloco de controle da Renova, possibilitando a aquisição de 51% das ações da Brasil PCH e reforçou o caixa da Renova para ser utilizado nos projetos eólicos já contratados e em novas oportunidades de crescimento em ativos de energia renovável. Quando concluída, a Light Energia ficará com participação entre 11,7%-15,9% do capital total da Renova Energia.

Em 8 de agosto de 2013, a Light devolveu a concessão da UHE Itaocara, devido ao prazo remanescente para a implantação e operação da usina não garantir uma operação rentável. 

2014

Em 28 de janeiro de 2014, a Light S.A. anuncia, com a Companhia e Furnas Centrais Elétricas S.A. ("Furnas"), um Acordo de acionistas para administrar a Sociedade de Propósito Específico Energia Olímpica S.A. ("SPE Energia Olímpica"), que tem por objeto a implantação, construção, operação e manutenção de uma subestação para fornecimento de energia elétrica ao Parque Olímpico do Rio de Janeiro.

Em 09 de maio de 2014 foi aprovada, a contratação do fornecimento de equipamentos e serviços para automação de redes áreas e subterrâneas por um Sistema Integrado, utilizando Redes e Dispositivos Inteligentes ("Projeto Smart Grid"), em sua subsidiária, Light Serviços de Eletricidade S.A. Tal equipamento tem por objetivo a cobertura dos dispositivos de medição e automação, permitirá análises em tempo real, contribuindo diretamente para a redução de perdas não-técnicas e inadimplência, além da melhoria da gestão e qualidade dos dados.

No período de junho e julho de 2014, a Light ganhou destaque no fornecimento de Energia para a Copa do Mundo. A estrutura organizacional mobilizou um contingente de aproximadamente 1.000 profissionais. A partir de um bom planejamento estratégico e esquema tático as equipes de campo cuidaram das inspeções e manutenções preventivas e ficaram dispostas em posições estratégicas.

Em 24 de julho de 2014, a Light S.A. alienou a totalidade de sua participação no capital social de CR Zongshen E-Power Fabricadora de Veículos S.A. ("E-Power"), representativa de 20% do capital total da E-Power, para CR Zongshen Fabricadora de Veículos S.A. ("CR Zongshen"), de forma que foi extinto o Acordo de Acionistas da E-Power celebrado entre a Companhia e a CR Zongshen, sem quaisquer obrigações remanescentes para as partes signatárias. 

2015

Em 30 de abril de 2015 o Consórcio UHE Itaocara, formado por sua por sua controlada Itaocara Energia Ltda., que detém 51% e pela Cemig Geração e Transmissão S.A., que detém 49%, sagrou-se vencedor no Leilão A-5 realizado pela ANEEL, relacionado à concessão da Usina Hidrelétrica de Itaocara I.  O empreendimento será construído no Rio Paraíba do Sul e terá capacidade instalada de 150,0 MW e garantia física de 93,4 MW médios. O Consórcio UHE Itaocara destinou 95,5% da garantia física para o Ambiente de Contratação Regulado, ao preço de venda de R$ 154,99/MWh, com início do contrato em janeiro de 2020 e prazo de 30 anos. A previsão de entrada em operação é o segundo trimestre de 2018 e o investimento total estimado de R$ 1 bilhão.

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